segunda-feira, 15 de julho de 2013

Depois do adeus... vêm o silêncio!

Todos temos sentimentos, uns mais resistentes, outros menos, mas todos nós senti-mos, temos sentimentos que nos fazem ser diferentes de todos os outros seres. Homens ou mulheres, choram todos os dias porque sentem-se fracos, pequenos, impotentes e sem a felicidade que tanto anseiam.

Enquanto, escrevo choro, porque sinto a tua falta! Se calhar a saudade partiu-se num ápice dentro do meu pequeno coração de cristal mas sinceramente não escondo. Choro dia e noite, e realmente sinto que ninguém se importa. A solidão leva-nos a este limite, em que mesmo o choro não apaga toda a solidão que a tua ausência faz sentir.

Acordo com a lágrima corrida no canto do olho, porque olho para o lado e sei que lá nao estás, e deixo me estar, até que as forças me deixem continuar a viver na esperança que isso desapareça. Não! Ficou na mesma, porque sei que isto é para ficar.

Olho para este texto estúpido e sei que por mais que tente, não sai nada de inspirador, mas também sei que ninguém o nunca vai sentir. A dor da saudade não é fácil de sentir. Se calhar porque nunca sentiram, mas um dia vocês vão se apaixonar e vão ver o que é sentir falta do som da voz, do cheiro daquele perfume, dos seus olhos ou até mesmo das suas manias irritantes.

Dá-mos por nós a divagar, por entre todas as memórias. No final, solta-se a lágrima, e aparece a dor. Há uma mensagem enviada, uma resposta não recebida. Depois, o silêncio, frio e inquetante que não te deixa acalmar.

Vem a frieza, depois de uma saudade!
Vêm a indiferença, depois de uma paixão!
Vêm a incerteza, depois de algo real!
Vêm a tristeza, depois de umas alegrias!
Vêm o vazio, depois de um constante enchimento!

No final percebo, que fica sempre algo a dizer: choro, porque sinto a tua falta. Choro, porque gosto de ti e choro porque não te quero perder.
Se sou fraco? Talvez, mas não me faz desistir.

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