Sentado, olhava 3 vezes para o relógio enquanto esperava por um sinal no céu estrelado, onde mal se via a lua, encoberta por uma leve camada esbranquiçada onde se viam pequenos pontinhos brilhantes. O vento soprava de fininho nas folhas numa dia de inverno tão aconchegante e o meu coração, ansioso, bombeava tão forte que ouvia as pequenas veias a transportar as pequenas gostas de sangue a cada pontinha da veia.
Olhei para o telemóvel desesperando por uma noticia, mas o tempo parecia tão apertado que sentia os minutos tão longos como horas. Parecia envelhecer aos poucos. A ansiedade tomou conta dos meus momentos, que apesar de curtos, pareceram um eternidade sem fim numa corrida agoniante pela calma e serenidade daquele dia.
Ouvi um baralho, criado pelo vento. Olhei repentinamente para o meu telemovel a espera de algo brilhante e vistoso, mas vi a escuridão esbatida dos meus olhos, onde se viam as lágrimas agoniadas por um conjunto de letras que não vinha. O desespero abateu-se por boas novas.
Um pequeno bip ecoou pela sala, tão fininho e suave que quase nem se deu por ele passar.Ao longe, via-se o piscar verde de um pequeno led, que iluminava levemente o presépio de natal estendido num canto da sala. Atropelo me nos meus pensamentos e acordo para a minha realidade ansiosa. Levantei me levemente dando pequenos passos medonhos e curtos, tropeçando pelos fios e cabos que alimentavam aquele roidoso aquecedor.
Parei a olhar para o verde brilhante... com medo peguei no telemovel com receio do que viesse escrito.
"Cheguei" disse...
Aí acalmei o coração e parei sorrindo estupidamente...
Ouvi um baralho, criado pelo vento. Olhei repentinamente para o meu telemovel a espera de algo brilhante e vistoso, mas vi a escuridão esbatida dos meus olhos, onde se viam as lágrimas agoniadas por um conjunto de letras que não vinha. O desespero abateu-se por boas novas.
Um pequeno bip ecoou pela sala, tão fininho e suave que quase nem se deu por ele passar.Ao longe, via-se o piscar verde de um pequeno led, que iluminava levemente o presépio de natal estendido num canto da sala. Atropelo me nos meus pensamentos e acordo para a minha realidade ansiosa. Levantei me levemente dando pequenos passos medonhos e curtos, tropeçando pelos fios e cabos que alimentavam aquele roidoso aquecedor.
Parei a olhar para o verde brilhante... com medo peguei no telemovel com receio do que viesse escrito.
"Cheguei" disse...
Aí acalmei o coração e parei sorrindo estupidamente...
Sem comentários:
Enviar um comentário